Especialmente porque me sinto frustrado, quero dar uma nota sobre as novas medidas de austeridade. Se os salários só por si são miseraveis, agora nem subsidios, despedimentos facilitados e 2% de aumento a pensões de 189 a 290 euros. Como pode um país estar a oferecer ordenados tão miseráveis, praticar preços de múltiplos bens essenciais equiparados com os grandes da europa e ter medidas destas comparadas com paises que PAGAM aos trabalhadores. Não admira o crescer do recurso ao credito. Talvez um abanão violento como o de 1755 fará mexer esta nação e voltarmos a levantar ou então ficar estendido no chão. Sempre há aquela hipotese de ver portugal só nas ferias, um pais de turistas e ricos como o desejam.
Introdução
Grupo de jovens, mais ou menos coerentes, uns de esquerda outros de direita, outros nem sabem de onde, deram por si a debater os mais variados assuntos a cada encontro. Ora economia ora desporto, passando pela religião até aquilo que em Portugal se chama de Política.Com a evolução dos seus percursos pessoais, e da necessidade de um local para promover essas trocas de opiniões, (já fartos de serem expulsos de certos cafés) quatro deles juntam-se e nasce este espaço. Um local para todos, onde todas as opiniões serão bem-vindas desde que civilizadas, que seja também a vossa casa. Sim, nós sabemos que parece um T1 em Sacavém, com vista para a linha do comboio. Mas não dá para mais, estamos à rasca.
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quarta-feira, 20 de julho de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
Faceleaks
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Apresentação da Candidatura à Presidência da República
Como meu primeiro texto e não querendo desviar-me do tema que tem sido debatido aqui no Blog, Portugal ( ou o que resta dele), decidi aproveitar para vos falar de um plano minucioso que agradavelmente tenho estudado a sua viabilidade, com vista a recuperar o nosso país economicamente, desportivamente e por acréscimo, socialmente. Se este programa for posto à prova, do qual vos garanto, tiraremos bons resultados, anúncio aqui de antemão que inclusivamente tentarei reunir uma equipa para me candidatar a Presidente da República. Um aparte: Se não conseguir a eleição, certamente, como todos sabemos, serei engolido por algum partido forte para um qualquer "tacho" importante; e por forte entenda-se PSD, não me lembro de mais nenhum de momento!
Assim sendo passo a explicar:
Passo 1:
Trocamos a Madeira e os Açores pela Galiza, mas os espanhóis têm que levar o Sócrates como contrapartida.
Passo 2:
Os galegos são boa onda, não dão chatices e ainda usufruímos do dinheiro gerado pela Zara (a 3ª maior empresa de vestuário). A indústria têxtil portuguesa é revitalizada. A Espanha fica encurralada entre os Bascos e o Sócrates.
Passo 3:
Desesperados, os espanhóis tentam devolver o Sócrates.
A malta não aceita.
Passo 4:
Oferecem também o País Basco.
A malta mantém-se firme, não aceita-mos.
Passo 5:
A Catalunha aproveita a confusão para pedir a indepedência. Cada vez mais desesperados, os espanhóis devolvem-nos a Madeira e os Açores e dão-nos ainda o País Basco e a Catalunha. A contrapartida é termos de voltar a ficar com o Sócrates.
A malta arma-se em difícil mas aceita.
Passo 6:
Damos a independência ao País Basco. A contrapartida é eles ficarem com o Sócrates. A malta da ETA pensa que pode bem com ele e aceita sem hesitar. Sem o Sócrates, Portugal torna-se um paraíso e a Catalunha não causa problemas.
Passo 7:
Afinal a ETA não aguenta o Sócrates e o País Basco pede para se tornar território português.
A malta faz-se difícil mas aceita ( apesar de estar lá o Sócrates).
Passo 8:
Fazemos um acordo com o Brasil. Eles enviam-nos o lixo e nós mandamos-lhes o Sócrates.
Passo 9:
O Brasil pede para voltar a ser colónia portuguesa. A malta aceita e manda o Sócrates para os Farilhões das Berlengas apesar das gaivotas perderem as penas e as andorinhas do mar deixarem de pôr ovos.
Passo 10:
Com os jogadores brasileiros e mais os portugueses, Portugal torna-se campeão do mundo de futebol, ganhando na final a uma super equipa espanhola ( depois destes terem nacionalizado Messi), gerando assim um clima de êxtase social. Com Sócrates isolado nos Farilhões das Berlengas apenas com Magalhães para se entreter, os festejos são acompanhados de Fados e Samba, cozidos à portuguesa e picanhas!
Passo 11:
Com o ímpeto social e desportivo português, os espanhóis ficam tão desmoralizados, que nem oferecem resistência quando os mandamos para Marrocos.
Passo 12:
Unificamos finalmente a Península Ibérica sob a bandeira Portuguesa!
Passo 13:
A dimensão extraordinária adquirida que une a Península Ibérica e o Brasil torna-nos verdadeiros senhores do Atlântico. Colocamos portagens no mar, principalmente para os barcos americanos, que são sujeitos a uma sobretaxa tão elevada que nem o preço do petróleo os salva.
Passo 14:
Economicamente asfixiados eles tentam aterrorizar-nos com a possibilidade de uma guerra nuclear, mas a malta ameaça enviar-lhes o Sócrates e eles rendem-se incondicionalmente.
Passo 14+1:
No meio disto tudo lá arranjamos um chinoca qualquer, que faça atrair charters e sponsors, mas apenas para o Futre ficar contente.
Tirem as vossas conclusões..
Fica já aqui o convite a toda gente que quiser "tachos e panelões" para trabalhar na minha equipa de eleição à Presidência da República!
Portugal! Portugal! Portugal!
Assim sendo passo a explicar:
Passo 1:
Trocamos a Madeira e os Açores pela Galiza, mas os espanhóis têm que levar o Sócrates como contrapartida.
Passo 2:
Os galegos são boa onda, não dão chatices e ainda usufruímos do dinheiro gerado pela Zara (a 3ª maior empresa de vestuário). A indústria têxtil portuguesa é revitalizada. A Espanha fica encurralada entre os Bascos e o Sócrates.
Passo 3:
Desesperados, os espanhóis tentam devolver o Sócrates.
A malta não aceita.
Passo 4:
Oferecem também o País Basco.
A malta mantém-se firme, não aceita-mos.
Passo 5:
A Catalunha aproveita a confusão para pedir a indepedência. Cada vez mais desesperados, os espanhóis devolvem-nos a Madeira e os Açores e dão-nos ainda o País Basco e a Catalunha. A contrapartida é termos de voltar a ficar com o Sócrates.
A malta arma-se em difícil mas aceita.
Passo 6:
Damos a independência ao País Basco. A contrapartida é eles ficarem com o Sócrates. A malta da ETA pensa que pode bem com ele e aceita sem hesitar. Sem o Sócrates, Portugal torna-se um paraíso e a Catalunha não causa problemas.
Passo 7:
Afinal a ETA não aguenta o Sócrates e o País Basco pede para se tornar território português.
A malta faz-se difícil mas aceita ( apesar de estar lá o Sócrates).
Passo 8:
Fazemos um acordo com o Brasil. Eles enviam-nos o lixo e nós mandamos-lhes o Sócrates.
Passo 9:
O Brasil pede para voltar a ser colónia portuguesa. A malta aceita e manda o Sócrates para os Farilhões das Berlengas apesar das gaivotas perderem as penas e as andorinhas do mar deixarem de pôr ovos.
Passo 10:
Com os jogadores brasileiros e mais os portugueses, Portugal torna-se campeão do mundo de futebol, ganhando na final a uma super equipa espanhola ( depois destes terem nacionalizado Messi), gerando assim um clima de êxtase social. Com Sócrates isolado nos Farilhões das Berlengas apenas com Magalhães para se entreter, os festejos são acompanhados de Fados e Samba, cozidos à portuguesa e picanhas!
Passo 11:
Com o ímpeto social e desportivo português, os espanhóis ficam tão desmoralizados, que nem oferecem resistência quando os mandamos para Marrocos.
Passo 12:
Unificamos finalmente a Península Ibérica sob a bandeira Portuguesa!
Passo 13:
A dimensão extraordinária adquirida que une a Península Ibérica e o Brasil torna-nos verdadeiros senhores do Atlântico. Colocamos portagens no mar, principalmente para os barcos americanos, que são sujeitos a uma sobretaxa tão elevada que nem o preço do petróleo os salva.
Passo 14:
Economicamente asfixiados eles tentam aterrorizar-nos com a possibilidade de uma guerra nuclear, mas a malta ameaça enviar-lhes o Sócrates e eles rendem-se incondicionalmente.
Passo 14+1:
No meio disto tudo lá arranjamos um chinoca qualquer, que faça atrair charters e sponsors, mas apenas para o Futre ficar contente.
Tirem as vossas conclusões..
Fica já aqui o convite a toda gente que quiser "tachos e panelões" para trabalhar na minha equipa de eleição à Presidência da República!
Portugal! Portugal! Portugal!
sexta-feira, 29 de abril de 2011
O Começo
Antes de mais parece-me importante começar por agradecer a esta fantástica ferramenta que a rasca da nossa geração trouxe: a Internet. Esse fabuloso instrumento possibilita-nos aqui, com toda a abertura e frontalidade que caracteriza a juventude (para além de sermos uns parasitas da sociedade, do sofá dos nossos pais e culpados da falta de vida em Marte, obviamente) expor ideias, discutir, 'mandar umas bocas' e sobretudo crescer, porque quer queiram quer não, nós somos a geração de amanhã. Somos a geração do futuro. Somos também e paradoxalmente, a geração mais instruída de sempre neste cantinho do Mundo. Mas isso não interessa nada.
Dito isto hoje e como primeira pseudo-crónica que escrevo nesta pequena tertúlia divagadora, hoje debruçar-me-ei sobre o assunto menos falado dos últimos tempos. Política. Não aquela política má, que consiste em ajudar os outros e pensar no bem comum. Não, nada disso. Falarei daquela política de grandes valores praticada em Portugal, em que o mais importante são os tachos, as panelas e os caldeirões para a familia, os amigos, o cão, o gato e o piriquito.
Falando um bocadinho mais a sério (ou não), Portugal encontra-se num estado de calamidade económica, que se tornou numa barricada perfeita para o debate político mesquinho e caprichoso. Forças políticas de esquerda e de direita, vão-se entretendo com as acusações do costume, apontando o dedo ' aos perigosos liberais de direita', aos 'revolucionários de casa-de-banho' ou até vejam bem, a José Socrátes. Coitado do senhor. Mas aquilo que realmente interessa num momento em que as pessoas ainda não se aperceberam bem das consequências que esta derrapagem financeira e económica terá no estilo de vida que conhecemos, é que os agentes políticos, que se esperam que sejam os representantes da vontade popular, ajudem o País a encontrar soluções para a crise que passamos. Neste momento as pessoas não votam no partido A, B ou C, votam, isso sim naqueles que mais lhe inspiram confiança para ultrapassar uma fase negra e desgastante como esta. Mesmo depois das mensagens discretas de Durão Barroso, ou dos apelos públicos (por públicos entenda-se Facebook) de Cavaco Silva, apelando ao consenso, à unidade e à coesão, ou noutras palavras dizendo: 'Vamos lá ter juízo, que já é altura de sermos crescidinhos', o objectivo continua a ser chegar a dia 5 de Junho à frente, com ou sem maioria absoluta, com a possibilidade de deter o poder e escolher a equipa e os cargos governativos a seu belo prazer (mais um conjuntinho de tachos pronto a sair), porque no fim do dia, uns 'não falam verdade' e outros só 'dizem mentiras'.
O problema já ultrapassa as constantes parvoíces de José Sócrates, a passividade e falta de liderança de Pedro Passos Coelho (bem como a fantástica escolha do mui Nobre presidente da AMI, para lider das listas por Lisboa do PSD), a constante retórica opositória de Francisco Louçã, a busca louca por um cargo no Governo de Paulo Portas ou a conversa desactualizada e descontextualizada de Jerónimo de Sousa. O problema está nas pessoas. Na nossa sociedade. Nos políticos que criamos, e na ideia que temos deles. Porque, sejamos sinceros, ser blogger, cronista, políticólogo ( que agora é uma profissão na moda para não se fazer nada), comentador televisivo, ou simplesmente treinador de bancada, não ajuda, nem mudará a situação em que vivemos. Não podemos ser críticos em relação a tudo quando nada fazemos para tentar ser parte da solução ou pelo menos impulsionadores dela.
Seja no associativismo, nas juventudes partidárias, nas autarquias, nos clubes desportivos, nos postos de trabalho, etc os portugueses têm que, à boa maneira espanhola (para os que defendem a União Ibérica), ter 'ganas', sair para a rua e lutar, dar a sua opinião, não ter medo de assumir o que pensam e as ideias que têm, mas sobretudo e mais importante que qualquer outra coisa não deixar que o país em que nascemos e orgulhosamente representamos, se torne num cantinho à beira mar plantado, em que os pobres são cada vez mais pobre e os ricos também são cada vez mais pobres.
De um enrascado para uma nação a enrascar-se, sejamos todos, neste momento de verdadeira crise, homens e mulheres de força, porque dos fracos e oprimidos não reza a história.
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