Introdução

Grupo de jovens, mais ou menos coerentes, uns de esquerda outros de direita, outros nem sabem de onde, deram por si a debater os mais variados assuntos a cada encontro. Ora economia ora desporto, passando pela religião até aquilo que em Portugal se chama de Política.Com a evolução dos seus percursos pessoais, e da necessidade de um local para promover essas trocas de opiniões, (já fartos de serem expulsos de certos cafés) quatro deles juntam-se e nasce este espaço. Um local para todos, onde todas as opiniões serão bem-vindas desde que civilizadas, que seja também a vossa casa. Sim, nós sabemos que parece um T1 em Sacavém, com vista para a linha do comboio. Mas não dá para mais, estamos à rasca.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Abortar!


Caros leitores, para mais uma semana, mais um tema. Em relação a este tema, tenho muita certeza sobre o que dizer, sobre qual opinião devo ter, como todos deveriam ter, se quisermos abordar o assunto com alguma coerência!
 Primeiramente, este mundo está cheio de pessoas, já somos demasiados! Portanto há que começar a ter um controlo sobre. Mas não viemos discutir isto. Primeiro, nascer com alguma anomalia é uma infelicidade, mas o que esta em causa, é por exemplo nascer contra a vontade dos pais, ou a mãe foi vítima de violação, por ter havido uma anormalidade na contracepção, não ter possibilidades para criar uma criança, entre outros entraves que não irão permitir um bom desenvolvimento à criança neste novo mundo, completamente diferente e bem mais exigente do que alguma vez se imaginou.  Acho que nao vale a pena estar a especificar o que quero transmitir com o permitir um bom desenvolvimento à criança, nao é necessario um berço de ouro. Digo isto pela demasia que representamos, há que criar uma geração que mais tarde trará mais algo benéfico a este mundo, o que é real e urgentemente necessário. Mas lá vou eu abordar outro assunto que não é para aqui chamado! Bem, que não sirva de meio de contracepçao urgente por puro desleixo daqueles que gozam o momento numa grande distração! Infelicidades acontecem, mas a nascença de uma criança numa fase prematura ou numa noite… Meus amigos! Já não há tempo para prometer um filho a Jesus Cristo, isto já vai alem da religião e se é possível remediar um possível mal pela raiz, que se faça. Já conheço alguns casos infelizes, que não tiveram esta hipótese e é triste. A mulher tem todo o seu direito em mandar na sua barriga. Tal e qual como nós mandamos na barriga dos animais, afinal pisamos todos o mesmo planeta. Há muita coisa a abortar, neste mundo irregular.

Jaime Garret

terça-feira, 29 de maio de 2012

Aborto: um direito ou um crime?


Este é sem dúvida um dos temas que mais polémica gera e onde existem inúmeros argumentos que conseguem defender uma e outra posição. Mas depois de analisar variadíssimas opiniões, ainda não consegui perceber quem tem de facto razão! É possível que o problema seja meu, pois ainda não encontrei nenhum fundamento que eu apoie 100%, mas também é possível que não se consiga chegar a um ponto de vista que todos considerem consensual.

De um lado posicionam-se os que dizem que matar um ser humano é moralmente ilegal e como um feto já é considerado um ser humano, então quando alguém incorre na prática do aborto está-se a cometer um crime tão grave como o de assassinar alguém.

No sentido inverso estão os que afirmam que a prática do aborto é um direito que qualquer mulher tem, pois existem vários fatores que podem levar a uma gravidez indesejada ou não planeada e que, portanto, não deixar uma mulher tomar esta decisão é ir-se contra os princípios de liberdade e privacidade que todo e qualquer cidadão pode tirar partido.

Temos em termos um pouco generalistas as duas grandes opiniões sobre este tema, mas principalmente dentro do grupo de quem é “a favor” podemos encontrar ainda divergências na forma como é provisionado ou na forma como é financiado, por exemplo.

Deste modo faço um apelo aos leitores para me ajudarem a esclarecer um pouco a propósito deste tema, pois estou literalmente À rasca!

Jacques Garrett

domingo, 27 de maio de 2012

Aborto, uma ideia que não merece ser abortada!

Preservativos? Pílula? Não estou mesmo a perceber o ABORTO é gratuito qual é que é o problema?
Eu queria agradecer sinceramente, do fundo do coração, à pessoa que ejaculou a melhor ideia de sempre, tornar o aborto possível e gratuito!

 Ah e tal vamos lá fazer com que seja possível abortar e já agora sem ser preciso pagar.

Como eu vos percebo, é tão bom o acto do amor em que podemos sentir todo e qualquer tipo de coisas, desde o quente, ao ,se me permitem, húmido, tudo tudo tudo, podermos fazer isto sem ser preciso aquele momento de, parou tudo deixa-me ir buscar a camisa, tu também quando vais a algum lado não sais nu por isso é preciso ele vestir a camisa antes de entrar e sair porque com tanta diferença de temperatura ainda se constipa.
Sem ter aquele momento do amor, tens tomado a pílula não tens? Não vá o diabo tecê-las depois não há nada a fazer.
Já para não falar que as raparigas já não gastam dinheiro a comprar a dita cuja e os homens os ditos cujos. Há quem diga que esta ideia é que devia ter sido abortada, eu não acho, eu apoio! Quem é que não gosta de passar a noite toda a fazer exercício? É que se não fosse possível o aborto a meta encontrava-se traçada, porque uma caixa de preservativos só tem 12? Tantas pessoas a meter entraves e eu a ver tantos pontos a favor. Para todos os que dizem mal vá eu quero uma ideia que torne possível tudo o que eu disse!

Digo, repito e nunca irei abortar esta minha ideia! Obrigado pela solução que trouxeram a muitos dos meus problemas!

sábado, 26 de maio de 2012

Idiossincrasia Jornalista

  O Jornalismo, tal como o Mundo que conheces, está em constante evolução. E a casa dia que passa, a uma velocidade superior à do dia anterior. As novas tecnologias, evolução do processo cognitivo e especificação profissional, permitem-nos hoje chegar mais longe que ontem. Mas infelizmente, não significa saber mais.

  Há vários tipos de jornalismo. Houve o jornalismo ditatorial, que bem conhecemos, em que os fluxos de notícias são controlados e rigorosamente aprovados por entidades estaduais ou governativas. Mais tarde,  inventaram a democracia. E nasceu o jornalismo livre. O Jornalismo onde vivemos. Uma pseudo-mentira idiota. Uma farsa, escondida numa capa de falsidade e inutilidade democrática. O Poder percebeu a dimensão dos média, e a sua utilidade no manuseamento do povo. Os jornais, foram comprados, adquiridos por grandes consórcios e companhias multifacetadas, sem rosto, mas com vários tentáculos, que hoje em dia controlam e monopolizam a imprensa. Ser jornalista hoje em dia é ser a vergonha para os fundadores da profissão, para os fundadores do jornal. 

  Hoje apenas certos tipos de informação são permitidos, tudo é controlado, e os poucos "podres" que se sabe sobre a sociedade e interesse geral, são apenas armas de arremesso de grupos contras outros. De jogos partidários e pressões políticas. 

  Coragem deixou de ser uma característica do jornalista, mas uma raridade. Actualmente, a resignação será porventura, a palavra que melhor define a classe. Os poucos GRANDES jornalista que resistem, vêem-se controlados ou restringidos por editores e gestões maliciosas e obscuras. O verdadeiro jornalismo de investigação morreu, ou está em estado de coma. Pois acredito que um dia regressará. O grande jornalismo individual, que arriscava a sua vida, por contar a verdade, que palmilha quilómetros por uma entrevista, que intimidava o poder político e era a mão que escrevia a verdade de um país. Foi substituído por um cargo de direcção regional de qualquer coisa, ou posto de enviado num país distante, como mero observador internacional.

  E é por isso, que a Internet é tão importante. São os sites fora da esfera do poder, blogs como este, de opinião e debate, que são hoje a verdadeira fonte de informação global. As redes sociais, já não são meros chats relacionais, são veículos de divulgação com um poder inimaginável. O facebook e o twiter, foram a chama das revoltas árabes. Mas se fosse cá, teria a minha conta ficado aberta?

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Bem além da liberdade!

Liberdade em mim que publico informação, mas também liberdade em ti que publicas a notícia que noticiei! Tal liberdade permite abrir um vasto leque de pontos de vista, incentivando o debate. O que todos procuramos, se é isto viver em sociedade. Existe, hoje em dia múltiplas formas de expressão, portanto temos de admitir que temos uma pluralidade informativa. Desde a noticia que nos informa de situações que nos servem muito para o nosso dia a dia e de outras que contribuem para o desgaste florestal, falando de vidas ultra fantasiadas de pessoas milionárias, que no seu todo, tem um fim inutil. Afinal estas são as mais procuradas, curioso! Mas não podemos deixar passar por ileso a noticia do noticiado, porque de um lado ao outro vai uma grande distância e é isso que interessa. Os jornalistas são os veículos da imprensa e os leitores são veículos da informação.

A notícia é transmitida, como se realmente se tratasse de algo verídico. O que acontece é que esta é recebida sem contornos, acreditamos nelas e consciencializamos o facto que ela transmite. Sem nos apercebemos, divulgamos-la, vivemos-la e fazemos-la real instantaneamente! Pode se tratar de algo fictício, mas como esta foi tão bem noticiada, transforma-se automaticamente em algo completamente verídico! Cabe a cada um de nós, tomar o verdadeiro valor da notícia, porque o jornalista este, é um saca-rolhas que divulga o que vai encher mais os bolsos. Claro que não funciona assim de uma forma geral, felizmente mas o que sobra dos que emigraram, são poucos. Viva a liberdade de expressão, mas que não vá alem daquilo que é realmente necessário, daquilo que vai além de mim e de ti, porque já há muita gente que não tem notícias minhas, mas ainda assim sabem mais coisas imagináveis de mim do que eu em sonhos poderia imaginar… Vejam bem se soubessem!

Ainda bem que temos a possibilidade de desvendar certos segredos através desta liberdade, mas toda a liberdade em excesso, traz problemas abusivos e facilmente perdemo-nos, acabando por cultivar algo não desejado.
Agregando as peças:
Viver em sociedade com pluralidade informativa traz-nos um fim inútil, pois o facto que ela transmite só se torna completamente verídico pelo facto da informação e não pelo leitor/veiculo da informação. São poucos, que sabem noticias minhas.

Jaime Garret

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Oh faz favor, Sr.Jornalista


Liberdade de imprensa? Sim senhor. Liberdade de escrutinar a vida de toda a gente? Tenham dó. Liberdade de escrever o que bem lhes apetece sem medir consequências? Ora façam favor. O problema estar no conteúdo da noticia e não na forma como foi obtida? Ora essa, estamos em Portugal. Poder andar à vontade pelos corredores do Parlamento, sem qualquer restrição? Olhem, nós somos jornalistas, temos direito à liberdade de imprensa!

"A liberdade de imprensa é tida como positiva porque incentiva a difusão de múltiplos pontos de vista, incentivando o debate e por aumentar o acesso à informação e promover a troca ideias de forma a reduzir e prevenir tensões e conflitos."

Parece-vos que é utilizada com este intuito?

Façam-me um favor, ganhem vergonha. Defendo o direito de expressão, de opinião, de liberdade. Mas sou totalmente contra a negação de tudo o que é a privacidade e o meio profissional dos índividuos. Segredos de Estado desvendados pelo direito à informação? Queremos é audiências!

Relvas, Pinóquio, é tudo o mesmo. Mas nesta, que abaixo demonstro, o senhor até tem razão...








Dâmaso Garrett

Nota de imprensa


Antes de mais peço desculpa pelo atraso na publicação da minha crónica, mas motivos de força maior impediram-me de a publicar a horas. Aqui vai:

Foi há cerca de 38 anos, que em Portugal passámos de um país fechado e conservador, para um país aberto e livre. Foi conseguida a tão desejada liberdade que muitos desejam e que outros não entendem, mas que é sem dúvida um dos mais preciosos bens de uma nação. Como todo o “brinquedo novo”, de início é utilizado em excesso, mas com o passar do tempo vai-se perdendo o gosto pelas suas características. Contudo neste caso, e entrando no tema desta semana, a liberdade de expressão da comunicação social foi-se refinando com o passar doa anos.

Atualmente contamos com um número imenso de jornais e revistas, que conseguem satisfazer qualquer tipo de leitor. Muitos deles são diários, portanto sentem a necessidade de inventar algumas notícias de forma a estas preencherem as suas páginas. Noutros casos, o próprio conteúdo já é pura invenção, portanto só lhe atribui alguma credibilidade aquele que gosta de viver mais do que a sua vida. Também as redes televisivas têm aqui uma palavra a dizer, mas com tanto programa sobre tanta coisa, por vezes cai-se no banal e desinteressante.

Deste modo, vemo-nos rodeados no dia-a-dia por mil e uma notícias, mas quais delas têm um real fundamento ou que são realmente credíveis? Aqui temos nós, leitores, o papel de tentar desmistificar o que deve ou não ser lido, porque se faz muito jornalismo, mas a maioria do de qualidade já deve ter emigrado com certeza.  
Jacques Garrett

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Ser ou não ser Jornalista, eis a questão!

Em primeiro lugar queria pedir desculpa pelo meu atraso, mas é que para os que não sabem hoje fui entrevistado! É verdade as minhas crónicas estão a atingir patamares já antes imaginados. E foi na entrevista que eu ejaculei um emprego de sonho. Quem é que não gostava de ganhar dinheiro a dizer mal dos outros? Ou quem é que, quando não soubesse simplesmente o que fazer para ganhar dinheiro tivesse que inventar umas histórias? É verdade, toda a gente! Mas não é qualquer um que pode ser um jornalista. E porquê? Porque um jornalista para além de um óptimo observador, é um fantástico citador de factos, um admirável escritor e dotado de uma extraordinária imaginação. E quem é que é a pessoa que reúne tantas qualidades? Eu sei eu sei mas eu não quero ser jornalista e acho que tenho qualidades a mais. O dia a dia de um jornalista pode ter coisas espectaculares, como andar a passear atrás da selecção, como pode ter coisas péssimas como andar a passear atrás do Pedro Passas Coelho, como pode ter coisas extraordinárias, fazer uma entrevista à Irina. É verdade há coisas fantásticas não há? Então analisando bem o trabalhos destes seres humanos que podem ser intitulados de deuses, isto devido à maneira como brincam com a vida das pessoas, tudo começa com o acto  de escolher o tema, a pessoa e o sítio. Em seguida temos que imaginar as perguntas, e quando não queremos imaginar as perguntas temos que imaginar uma história de vida, e talvez aqui eu pense que se calhar as novas oportunidades até tenham algum sentido para os jornalistas pois já ouvi dizer que se fazem histórias de vida por lá e sempre é uma maneira de eles treinarem. Por último é só tirar umas fotos e já está! Mais uma notícia para os nossos jornais, revistas e afins. Juro tenho mesmo mas mesmo muitos ciúmes dos jornalistas, ora ainda ontem estava no café e estava sentado à minha frente o Aníbal Cavaco Silva, e se vocês soubessem a vontade que eu tinha de dizer o que bem me apetecia acerca dele, mas não, fiquei calado, fui educado e simplesmente mantive uma conversa agradável e é aqui que eu tenho ciúmes porque teria sido muito melhor se pudesse dizer tudo o que ele é e não é, se pudesse dizer o que quisesse com o simples objectivo de cortar na casaca, se simplesmente pudesse usar as letras para formar palavras que atravessam o muro da liberdade de cada um como se este não existisse, o que na verdade é o trabalho de um Jornalista. 


Para todos os jornalistas, a vossa liberdade começa onde a minha acaba, e se não souberem esse limite deixo-vos uma pista... Passem pelo meu facebook! 


sexta-feira, 18 de maio de 2012

Maior que todos nós

  Esta convocatória da selecção só veio provar uma coisa. O Benfica é um clube, tão, mas tão grande, que os os seus jogadores convocados para a selecção nacional, não são opções na equipa.
  Só assim se entende que a única equipa da liga, que não teve nenhum golo português, convoque tantos jogadores para a selecção como o Braga ou o Sporting, clubes que apostam no jogador Português.
   
  Se o Sporting não tivesse apostado no Rui Patrício, com o Benfica a queimar o Eduardo, chegávamos à fase final sem nenhum GR a jogar. O João Pereira é fraco para o Sporting. Talvez. Defende mal. Provável. Mas se não jogasse no Sporting o DD no euro, ia ser o Nélson?! O Miguel?! O Paulo Ferreira?!

  É urgente alterar as leis e regulamentos das provas nacionais. Criar mecanismo para impedir a sistemática onda de contratações sul-americanas, em que  toda a gente mete dinheiro ao bolso, e está a acabar com os clubes, e com o futebol em Portugal. Como esporadicamente jogadores, ou algumas equipas, nos vão provando,  há imenso valor e jovens cheios de potencial à espera de uma oportunidade. E mais baratos que um brasileiro. Há que deixar os interesses pessoais de lado, e começar a defender Portugal.

  Voltando aos 23. Tirando as birras Carvalho e Bosingwa, são os melhores. Pelo menos o 11 titular, em que a única dúvida é quem será o 3º elemento do meio campo. De resto é uma convocatória mediana, sem grandes nomes, mas que não causará problemas de egos. Paulo Bento não terá problemas a fazer a equipa, já toda a gente sabe ao que vai. A mim, faz me alguma comichão que aposte na juventude do Nelson Oliveira, mas não no André Martins. Que leve o Micael, Varela ou Rolando, que pouco acrescentam à selecção em termos de qualidade e praticamente nada jogaram ao longo da época. E Ricardo Costa? Como é que um jogador tão medíocre continua a representar-nos é que me faz confusão. Por isso digo, temos uma boa equipa. Mas não vamos com 23, vamos com 14 ou 15. E o resto logo se vê.

Rui Patrício;
 João Pereira, Bruno Alves, Pepe e Coentrão; 
Martins/Veloso, Meireles e Moutinho; 
Ronaldo,  Postiga e Nani.

PS: Tenho imensa pena que não vá o Danny... estava no auge antes da lesão.

A selecçao e os demais esquecidos!

Como seria de esperar, cá vai mais uma mensagem carinhosa de apoio à selecçao nacional. Os 23 escolhidos são os melhores, a elite do futebol nacional, escolhida por alguém que estuda o futebol, alguém que conhece cada traço, cada pormenor dos jogadores. Em relação às novidades, nada é um acaso neste tipo de convocatória, todas elas bem ponderadas com certeza. Caso contrário, não o teríamos como treinador da selecçao. Calhou-nos de facto, um grupo muito forte, no qual terão de provar que são capazes de vence-los, caso ambicionem vencer a competição. Portanto o grupo na teoria é difícil, mas para uma selecçao candidata, isto até é uma vantagem no qual facilita as coisas por vários pormenores… Pelo menos uma das três grandes selecções  vai ser afastada.


Espero que haja apoio e positivismo em torno da equipa, como qualquer equipa merece.

E falando de futebol, falo de outras modalidades tao como bem mais complexas que simplesmente estão sob abandono. Todos sabemos que chocolate não é para brutos, ou que há certas coisas que não entram em todas as cabeças, mas é de evitar falar sempre da mesma coisa, girar sempre sobre o mesmo tema, o futebol. Digo isto por experiencia de alguém que já representou as cores deste pais, em qualquer circunstância ou modalidade e em vários locais estrangeiros, mas sempre com o mesmo investimento e apoio… O do atleta! Ninguem mais a financiar para alimentar o sonho. Até que o cabo partiu e os bolsos em choro não aguentaram mais. Abram o leco espiritual e facilitem os desgraçados que lutam e dão o tudo por tudo, em vão! Culpa dos órgãos federativos, de quem quer que seja. Mas assim, não há desenvolvimento e este pais fecha o dinamismo desportivo! Mas isto é como a história de só alguns filhos terem pais. Os outros devem aparecer por graças do nosso senhor desaparecido. A aqueles que só entram em discussões de futebol, que enterram dinheiro nele no estadio todos os fins de semana fanaticamente, somente alimentam este sistema. Não digo o contrário, bem hajam, mas depois os desgraçados que querem fazer outras coisas, levam somente secreções.

Jaime Garret